Arquivos da categoria ‘tupinihon’


Gamedev é…

Wednesday, February 20th, 2008

Você se lembra das figurinhas “Amar é…”? Elas vieram ao Brasil no final dos anos 70 e nesse século parece que voltaram a ser publicadas. Não, as figurinhas não têm a ver com gamedev (hum… embora vejo potencial para uso dessa propriedade intelectual para jogos mais femininos). Então por que diabos estou falando delas? (Fonte da imagem: HQ Maniacs).

Bom, hoje de manhã enquanto tomava banho tive a idéia de criar desenhos no esquema das figurinhas “Amar é…”, mas voltados para gamedev/games. Logo, o nome “Gamedev é…”. Resolvi que serão desenhos rápidos, sem muito detalhe ou acabamento, desde que eu ache que tenha conseguido passar minha mensagem (ok, é uma desculpa por não ser um bom desenhista hehe). Enquanto ia pro trabalho já listei cerca de 10 idéias e pretendo aos poucos publicá-las aqui. A periocidade, se tiver, ainda está indefinida.

Confira a primeira figurinha “Gamedev é…” abaixo, que levei uns 3 minutos para desenhar e mais outros tantos para digitalizar, inserir texto, etc.:


Mais mudanças no blog…

Tuesday, February 12th, 2008

…dessa vez, estou instalando o WordPress no servidor onde hospedo os arquivos do meu site. Já detectei alguns problemas que preciso corrigir, como a parte de links nos posts (permalinks) e blogroll. Alguns plug-ins que usava precisam ser instalados pois não vêm na configuração padrão do WordPress. Caso encontrem problemas (sei que devem aparecer aos poucos), por favor me avisem!

Ah sim, agora é possível acessar o blog tanto pelo http://www.tupinihon.com/blog como http://blog.tupinihon.com. A conta gratuita do WordPress será mantida, mas pretendo atualizar o blog com o WordPress hospedado no meu servidor (logo, o http://tupinihon.wordpress.com estará desatualizado).


Algumas mudanças no blog…

Wednesday, February 6th, 2008

Talvez vocês tenham percebido que antes do Carnaval eu inclui novas páginas no blog, mas algumas sem conteúdo (ainda). São páginas voltadas para divulgação dos meus trabalhos e portfólio (estão listadas tanto no topo do blog como na seção “Páginas” à direita do blog):

E-Book: informações sobre meu e-book sobre programação usando C e Win32 API.
Gameografia: nessa página vou incluir informações sobre os jogos em que trabalhei, tanto os que já foram lançados, os que estão para ser lançados como aqueles que foram engavetados e que dificilmente verão a luz do dia.
Portfolio: imagens e vídeos focando artes 3D (modelagem, texturização, iluminação, rendering, animação).
Artigos e Tutoriais: links para baixar os artigos, tutoriais, palestras e trabalhos de minha autoria.
Sobre: essa página já existia, e como o nome já diz, é uma apresentação sobre minha pessoa.

Outra mudança foi a divisão do meu “blogroll”: dividi os links para outros blogs e sites pessoais nas categorias “Art/Design”, “Gamedev”, “Games” e “Geral”. É claro que poderia criar categorias mais detalhadas, mas decidi por algo mais abrangente. Logo, blogs de profissionais ou hobbyistas de artes – seja 2D, 3D, etc – e de designers entram na primeira categoria, enquanto blogs que tenham maior enfoque em desenvolvimento de jogos se enquadram na segunda categoria. Claro que alguns desses blogs da categoria “Gamedev” falam de outros assuntos, mas adicionei eles nessa categoria pois para mim me interessa principalmente o que falam sobre assuntos voltados à gamedev (e assuntos que são sobre gamedev ao meu ver). Já a categoria “Games” é para blogs que abordam games do ponto de vista gamer (e não exatamente de um game developer) e ”Geral” é onde o blog não se encaixa em nenhuma das outras categorias, ao menos na minha opinião.

Falando em blogs, os últimos que foram adicionados e motivos pelos quais foram adicionados:

Design de Jogos: blog de Arthur Bobany, autor do livro Videogame Arte (sim, o mesmo sobre o qual falei duramente há alguns posts atrás). Embora nosso primeiro contato tenha sido feito devido à minha resenha de seu livro, hoje estamos entendidos e o próprio autor me convidou a visitar seu blog, onde pretende adicionar o material que não foi incluso em seu livro.

Disk Chocolate: o WordPress indica como os leitores chegaram até o seu blog. Certo dia, vi o link desse blog e wtf?, que raios de blog é esse? O que “disk chocolate” tem a ver com gamedev ou porque colocaram link do meu blog lá? Não sei o nome da autora do blog, mas de qualquer forma, agradeço o link e sugiro dar uma passada por lá!

Eu quero diversão, caramba!: caramba, eu também! Outro blog que vi pelo “blog stats” do WordPress. Esse é de Adauto (Dauto) Meira, focando em game design. Obrigado por citar meu blog em alguns posts!

Pós Desenvolvimento de Jogos Unicenp: mantido pelo professor Fábio Vinícius Binder, da pós-graduação de Desenvolvimento de Jogos da Unicenp. Esse blog contém diversos exemplos de jogos/demos criados pelos alunos. Passei meu blog numa troca de e-mails e o Binder gostou do meu blog e incluiu um link para cá. Obrigado!


Algumas lições aprendidas com o “Videogame Arte”

Sunday, January 27th, 2008

Ontem eu gerei uma baita confusão com minha resenha sobre o livro “Videogame Arte” de Arthur Bobany, ao expressar minha primeira impressão quando comecei a ler o mesmo. Em questões de horas a notícia se espalhou, principalmente porque eu a comentei com algumas pessoas que conheço e nesse intervalo de poucas horas o próprio autor entrou em contato comigo.

Meu objetivo com a resenha era a de expôr a (minha) verdade, o que eu achei do livro. Acho que acabei ultrapassando os limites e criei uma imagem negativa do autor para quem leu o texto, talvez por ter ficado tão inconformado com o que percebi (erroneamente ou não) na obra.

Devo confessar que, apesar de não ter comentado (até agora), eu ainda estava com um pé pra trás ao concluir minha resenha. Motivos? Tudo bem, tive a impressão que muita coisa foi cópia traduzida do Kelman, mas também pensava nas dificuldades que um autor precisa aturar durante o processo de escrita (sei disso pois já escrevi um livro e artigos para algumas publicações) e nos leitores. É complicado explicar essa parte dos leitores, porque fico olhando por cima do muro…

Eu pensava “Sacanagem o que ele fez”, mas depois pensava “Ok, eu tenho os dois livros e o de Kelman foi acessível pra mim… mas e pra quem não tem acesso ao de Kelman, seja pelo preço – que é mais que o dobro – ou pela língua inglesa? O do Arthur pode ajudar…” e voltava novamente ao pensamento “Não, caralho! O que ele fez não é certo com o Kelman e nem com os envolvidos que não sabiam do trabalho de Kelman.” Será que vocês compreendem? Por um lado eu não aceitava a obra de Arthur mas por outro eu queria aceitar pois sei que muitos gostariam de ter um livro desse tipo.

Mesmo assim resolvi publicar minha resenha. Bom, sempre há as resenhas positivas e negativas não? Talvez essa seja a primeira negativa do livro (“droga, eu sou um chato” hehe), mas creio que uma hora ou outra o mesmo comentário que fiz seria feito por outra pessoa. Arthur mesmo sabia disso e como ele mesmo disse num comentário, o que está feito está feito. E, assim como lemos resenhas de filmes, livros e outros, quem decide no final se um trabalho está ok e é bom é o próprio consumidor. Há bilhões de realidades na mesma quantidade que há bilhões de pessoas no mundo e se o livro não me agradou, talvez para o próximo ele seja a obra mais fodástica que já tenha visto.

E as lições aprendidas com o que aconteceu ontem? Você ainda não chegou nelas? Hum… Que tal:

1 – A mais óbvia, que a internet é um meio de comunicação no qual tudo vai-e-vem muito rápido. Em questões de minutos ou horas sua opinião chega aos olhos e ouvidos de centenas de pessoas;

2 – Logo, tome cuidado com o que você escreve.

3 – Se você estiver alterado, por exemplo estressado, nervoso, inconformado (ou bêbado, para alguns hehe)… Evite se expressar, pois nem sempre você se expressa da maneira correta. Tanto é que editei meu texto original. E isso também é válido para e-mails;

4 – Lembra-se da frase do prof. Girafales, que cada vez que o Chaves respirava, um chinês morria? Pois é, sua atitude atinge diversas pessoas de diversos lugares;

5 – Mesmo que você tenha sua opinião, se perceber que fez mal para outra pessoa, aprenda a ver seu erro e saiba pedir desculpas. E aqui, venho pedir desculpas à Arthur Bobany por ter passado uma imagem sua negativa publicamente, tê-lo deixado nervoso (e ainda por cima ter perdido o almoço);

6 – Aprenda a conversar e a ouvir. Se eu falei sobre o livro do Arthur, nada mais justo que ele ter o direito de responder sobre o que falei. Mesmo que as opiniões não batam e não cheguem num acordo, deixar que todas as partes se expressem é o melhor que podemos fazer;

7 – Decida o que é melhor pra você.

Update (tinha esquecido dessas…):

8 – O mercado literário é complicado. Se você já foi atrás para saber como é ter um livro publicado, entende. Burocracia (como qualquer outra coisa aqui no Brasil), corte de conteúdo para que o livro seja fechado com n páginas para que o orçamento não estoure e o preço não seja repassado para os consumidores, entre outros;

9 – O mercado literário é complicado. De novo? Não, eu apenas me lembrei como é muito chato você preparar um artigo com carinho e dedicação a ser publicado em revistas e só saber que o mesmo foi editado somente após ver o texto publicado. Isso já aconteceu comigo e a pessoa que editou parece que nem fez questão de ler o que fez, pois o artigo perdeu o sentido. Fora quando adicionam coisas que não são suas palavras ou quando não dão os devidos créditos.


Webcomics #1: Profissão Professor

Saturday, January 26th, 2008

Minha primeira tentativa em criar um webcomics, conforme disse há muito tempo atrás. Não cheguei a finalizar a imagem; apenas escaneei, melhorei a disposição de cada quadrinho e joguei uma cor básica. Ainda pretendo deixar essa tirinha mais bonita… vamos considerar essa imagem acima como uma prévia.

Essa primeira tira é uma homenagem aos meus ex-alunos sem noção que conseguiram fazer essa pergunta entre uma aula e outra. Os alunos devem fazer essa ótima pergunta talvez por ter sido professor de curso técnico e curso livre, e daí eles perguntam imaginando trabalho em empresas, produtoras, etc. Mas poxa, ser professor também é profissão! Uma das mais antigas, não?

Por curiosidade: você como aluno já fez essa pergunta? E você como professor, já ouviu a pergunta?


tupinihon?

Monday, April 30th, 2007

tupi = língua indígena, falada no Brasil até a imposição da língua portuguesa.
tupiniquim = referência à coisas típicas do Brasil.
nihon = Japão.

Propósitos deste blog:
a) Expor alguns trabalhos pessoais e opiniões sobre a indústria e mercado de jogos;
b) Compartilhar links para sites, tutoriais, artigos e textos/notícias referentes desenvolvimento de jogos, Computação Gráfica e artes;
c) Postar sites, jogos ou vídeos do YouTube que nos fazem perder tempo ou simplesmente descontrair por um momento.