Papo de Gato (aquarela)
Sunday, October 2nd, 2011
Mês passado me enviaram um vÃdeo do canal maspoxavida lá do Youtube. Achei os vÃdeos tão engraçados que até resolvi criar a tirinha abaixo (clique nela para ir para o flickr e ver no tamanho original):
Para quem ainda não conhece, assista os vÃdeos do PC Siqueira aqui.
Pessoal,
Depois de algumas sugestões pelo blog e por msn, eis que surge o primeiro sorteio daqueles 3 jogos que falei anteriormente. Para esse primeiro escolhi dar o Unreal Tournament 3 via Steam e para quem quiser participar basta fazer o seguinte:
Está vendo a foto aà em cima? (Clique na foto para aumentar) Pois bem, essa minha amiga quer porque quer um desenho dela esmagando o gato (reparem bem como ela está zipando metade do corpo dele haha). Pode ser realista, pode ser estilizado, digital, lápis, etc, vai do seu estilo ou idéia para o desenho.
O prazo para entrega é daqui um mês, ou seja, dia 16/03/2010, podendo se estender a data até que tenhamos pelo menos 4 desenhos (isto é, se até dia 16/03/2010 não tivermos 4 desenhos, vamos deixar o concurso rolando até termos no mÃnimo 4 desenhos). O vencedor será aquele cujo desenho minha amiga gostar mais.
Para participar, envie um link do seu desenho pelos comentários e -importante- não se esqueça de colocar um e-mail válido nos comentários para que eu possa entrar em contato com o ganhador. Esse e-mail só fica visÃvel para mim.
(Montalvo, se você estiver lendo isso aqui, me desculpe, sei sua opinião sobre concursos. Pensei nesse sorteio mais como algo entre amigos e colegas internautas :))
“A puta pelada do estacionamento quebrou seu coração?”, Tati pergunta. Não não, draw.random() com lápis e marcador no cartão de estacionamento :P.
Creio que a franquia Halo dispensa apresentações. E como um dos diversos produtos da franquia, esse é o primeiro artbook da trilogia do jogo (há um segundo artbook lançado em 2008, focando apenas em Halo 3, já na lista para análise).
O conteúdo do livro fala a respeito do Halo 1 e 2 (sendo que este estava sendo desenvolvido durante a criação do livro, segundo o prefácio de Marcus Lehto, diretor de arte da Bungie Studios), dividido em cinco capÃtulos: character design, ambientes, armas e equipamentos, veÃculos e game design, além da introdução contando brevemente a história da Bungie. Para quem não sabe, é interessante o fato que Halo foi anunciado em 1999 por Steve Jobs na MacWorld e, no ano seguinte, a Bungie anuncia que foi comprada pela Microsoft e que Halo seria um tÃtulo de lançamento do Xbox.
Há diversos estudos dos personagens, embora seja quase nulo sobre o Master Chief, e para cada um há sua versão in-game na mesma página. No capÃtulo dos ambientes, muitos concepts e textos explicando o universo Halo. Já na seção das armas, há mais renders 3D do que concepts, e todas elas são explicavas brevemente em alguns parágrafos. Esse é o capÃtulo com menos concepts. Assim como o resto do livro, o capÃtulo de veÃculos possui concepts e respectivos renders 3D dos veÃculos e alguns parágrafos descrevendo o que são ou como a equipe chegou a tal design.
O último capÃtulo comenta algumas coisas sobre o desenvolvimento do jogo, como as ferramentas internas, storyboard, cinematics, áudio e animação, mas nada muito aprofundado. Particularmente gostaria que esse capÃtulo fosse mais extenso, mas compreendo não haver tantos detalhes técnicos de produção por ser um artbook.
É um livro tanto para fãs da franquia Halo como para os que gostam de artes que envolvem exército, alienÃgenas e mundos e objetos futuristas.
Caso você compre o livro na Amazon pelo link ao lado, uma pequena porcentagem é revertida para mim. Com isso, você me ajuda a adquirir mais livros para análise/indicação ou para prêmios no blog.
Você também pode comprar pela Livraria Cultura, no link a seguir:
The Art of Halo – Eric S. Trautmann, Frank O’Connor.
O tÃtulo desse livro me chamou a atenção. Dirty drawings? Clean cartoonists? Que tipo de desenho encontraria nesse livro, e quem seriam os cartunistas? Depois de ler a descrição do livro e ficar curioso, resolvi comprá-lo.
Afinal, desde criança já tinha visto os trabalhos mais famosos de Chuck Jones, Mort Walker, Carl Barks, Johnny Hart. Quem não ficaria curioso em ver desenhos mais sacanas pelas mãos desses artistas e muitos outros? Como seria o lado obscuro das mentes desses artistas?
O que você encontra nesse livro é uma seleção de diversas artes com referências e piadas sobre sexo, drogas e coisas do tipo. Por grandes mestres. Pin-ups e alguns personagens famosos em situações engraçadas também estão presentes. Há nudez, mas nada que qualquer artista nunca tenha visto antes (afinal, se você é um artista, provavelmente já fez desenho de observação e precisou ver pessoas nuas como referência, não?). Nada de pornografia e sexo explÃcito, mas alguns traços sugestivos.
Há 70 artistas, com alguns parágrafos a respeito de cada um. Quanto aos desenhos, a maioria é um por artista; alguns contam com dois ou três desenhos e acredito que não passe de cinco ou seis desenhos por artista.
A seleção foi feita por Craig Yoe, que escreveu os textos sobre os artistas e uma introdução bacana e interessante sobre a censura imposta nos quadrinhos e algumas regras da “Magazine Association of America Comics Code”. O prefácio foi escrito por ninguém mais que Crumb. E falando em censura, o tipo de arte encontrada aqui pode ter sido considerada proibitiva e impublicável nos anos 40-60, mas nos dias atuais, já vi coisas mais pesadas…
Esse recomendo para quem quer um material diferente por ótimos cartunistas. Você também pode ver várias páginas do livro no site oficial.
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Você também pode comprar pela Livraria Cultura, no link a seguir:
Clean Cartoonists’ Dirty Drawings – Craig Yoe.
Essa é a terceira edição do “The Best American Comics”. Dessa vez, a coletânea possui 26 histórias (desconsiderando o fato que para algumas seleções há vários quadrinhos de uma página; por exemplo, há 13 histórias do Matt Groening, cada uma de uma página apenas) e 7 estão indicadas como excerpt. Além disso, a introdução por Lynda Barry é apresentada em forma de quadrinhos e há também uma história muito bem feita na contra-capa.
A seleção dessa edição me agradou mais que as edições anteriores (que já gostava bastante, diga-se de passagem) e ainda há o equilÃbrio entre histórias fantasiosas, mais realistas e as non-sense, assim como algumas que abordam o tema de guerra, cotidiano e sexo.
Como comparação, ao ler o livro me veio uma sensação de AnimaMundi, dada as diversas linguagens, artes e narrativas. Para mim, ficaram destacadas os trabalhos de Graham Annable, Lilli Carré (a melhor do livro na minha opinião, com “The Thing About Madeline”), Jaime Hernandez, Cathy Malkasian e Kevin Pyle (acho que não preciso mencionar Matt Groening, Seth e Chris Ware, porque eles são fodas demais). Ah sim, há um trecho do livro American Born Chinese, de Gene Luen Yang, confirmando minha aquisição da obra em breve (já tinha visto o mesmo na Cultura mas não tinha lido muita coisa e na época estava sem dinheiro).
Para a lista completa dos autores das histórias, visite a página oficial do livro.
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Você também pode comprar pela Livraria Cultura, no link a seguir:
The Best American Comics 2008 – Lynda Barry.
Fazendo uma faxina no HD, encontrei a imagem abaixo. Não lembrava que tinha salvo ela, é um teste do exercÃcio de iluminação e render da pós em CG3D do Senac.
Pelo que me recordo, na aula renderizamos diversos passes (cor, ambient occlusion e máscara), levamos tudo no Photoshop e fizemos a composição das camadas. Só não sei que efeito apliquei para chegar nesse resultado:

Na tentativa de encontrar mais imagens onde salvei o material do curso, acabei achando mais essas duas, que é o mesmo caso da primeira (3 passes compostos no Photoshop mais aplicação de efeitos):

Não cheguei a jogar o Mass Effect (X360, Windows) e o que sei é que o tÃtulo é um RPG/ação com ambientação futurista, misturando humanos e seres alienÃgenas. Logo, não posso opinar se o jogo é bom ou ruim.
Mas em se tratando do artbook do jogo, posso dizer que seu conteúdo é muito bom. Há muitas imagens, sempre com uma breve legenda explicando algum detalhe dos concepts ou sobre as decisões tomadas na direção de arte.
O livro é dividido em cinco capÃtulos, onde os dois primeiros (heroes and villains, life-forms) são voltados para a criação de personagens, o terceiro (transport) para transportes – contando com máquinas e espaço-naves de diferentes raças, o quarto (a galaxy of details) para armas, props dos ambientes e outros detalhes e o último (alien worlds) com vários estudos dos cenários do jogo.
Dada a temática futuro/aliens/guerra (resumidamente), alguns concepts de alienÃgenas e seus mundos me fizeram lembrar de Halo e Half-Life, embora muita coisa seja diferente desses outros tÃtulos.
Para quem gosta de jogos, filmes ou artes que se passam no espaço, com diferentes raças e ambiente futurista, essa é uma boa pedida.
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Você também pode comprar pela Livraria Cultura, no link a seguir:
The Art of Mass Effect – Dan Birlew, Fernando Bueno.